

Assim como passamos por diferentes fases ao longo da vida - juventude, vida adulta, maturidade - nossa vida financeira também se transforma. O ciclo de vida financeiro descreve como as necessidades, os objetivos e a tolerância ao risco de uma pessoa mudam conforme ela avança em idade e experiência.
Na prática, a escolha de onde e como investir não deveria ser a mesma para uma pessoa de 25 anos que está começando a carreira e para outra de 70 anos que já construiu seu patrimônio. Cada fase pede uma estratégia diferente.
Dos 20-25 anos até aproximadamente os 40-45 anos. É o momento de construir a base do patrimônio: iniciar a carreira, educação financeira e previdenciária, construir a independência financeira e realizar os primeiros grandes objetivos. Os gastos são mais altos, mas o horizonte de tempo é longo.
Nesta fase, a pessoa pode assumir mais riscos. Com décadas pela frente até a aposentadoria, há tempo para se recuperar de oscilações do mercado. O foco deve estar no crescimento do patrimônio no longo prazo.
Dos 40-45 anos até aproximadamente 10 anos antes da aposentadoria. É a fase de transição. A pessoa já acumulou um patrimônio relevante e a aposentadoria se torna um horizonte concreto. A renda costuma estar no auge.
Aqui, o equilíbrio é a palavra-chave. A pessoa ainda precisa que o dinheiro cresça, mas não pode se expor a riscos que ameacem o patrimônio acumulado. Perdas no curto prazo são toleradas, desde que controladas.
A partir dos 55-60 anos, estendendo-se por toda a aposentadoria. A pessoa passa a depender dos recursos acumulados para manter seu padrão de vida. A prioridade absoluta é a segurança — não há mais tempo para se recuperar de grandes perdas.
O objetivo não é mais fazer o patrimônio crescer, mas preservá-lo e garantir que ele dure. A estratégia busca proteger o capital, mesmo que isso signifique aceitar rentabilidade mais modesta.
Veja neste gráfico um resumo deste ciclo de vida financeiro :

Além do horizonte de tempo, considere:
A PRhosper entende que cada pessoa tem sua própria história, seus objetivos e sua relação com o risco. Por isso, disponibiliza o Programa FLEX Invest, com três carteiras de perfis de risco bem definidos, para que cada participante escolha a que melhor se encaixa no seu momento, independentemente da idade. Saiba mais aqui sobre o Programa FLEX Invest.
No fim das contas, o que importa não é apenas quantos anos você tem, mas como você se sente em relação ao risco e quais são seus objetivos. A melhor estratégia não é a que promete o maior retorno, mas aquela que faz sentido para o momento que você vive, para os sonhos que persegue e para a tranquilidade que merece.