

Já começamos 2026 e, como sempre, o começo do ano pesa no bolso: Carnaval, IPVA, IPTU, material escolar… é tanta despesa que muitas vezes não cabe na renda do mês.
Nessa hora, pode surgir a tentação: “Vou usar o cheque especial só desta vez. No mês que vem eu pago.” O valor já está liberado na conta, sem precisar falar com ninguém ou assinar nada.
Mas tem um detalhe importante: no mês seguinte, além de devolver o valor usado, você paga juros que podem chegar até 8% ao mês – um dos mais altos do mercado e ultrapassar 150% ao ano. E, caso não consiga quitá-lo, essa dívida pode virar uma bola de neve.
O limite aparece no extrato como se fizesse parte do seu saldo, mas não é dinheiro seu. É um empréstimo caro e arriscado.
Se não conseguir pagar no mês seguinte, a dívida cresce muito rápido. Defina um prazo realista para quitar e não deixe para depois.
Se sua conta vive no saldo negativo e todo dinheiro que entra já vai para cobrir o cheque especial, fale com o gerente. Em muitos casos é possível negociar juros menores ou migrar para uma linha de crédito mais barata, como o empréstimo pessoal.
Parabéns! Um compromisso financeiro a menos! Aproveite este alívio para organizar seu planejamento financeiro e começar a montar sua Reserva de Emergência.
A reserva de emergência é apresentada como o primeiro passo essencial antes de qualquer outro investimento, pois protege contra dívidas caras e traz tranquilidade financeira, já que pode ser utilizada naqueles momentos de aperto.
A saúde financeira nasce de pequenos hábitos que colocamos em prática no dia a dia. Acesse também a plataforma da Onze, nossa parceira de Bem-Estar Financeiro, com planilhas, vídeos e e books que podem ajudar na sua organização.
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