
A taxa de juros dos EUA situa-se no intervalo de 3,5%~3,75% e o mercado projeta a manutenção da taxa para a reunião do FOMC, em 17 de junho. O encontro marcará a estreia de Warsh na presidência do Federal Reserve sob um cenário misto: embora o desemprego de abril tenha se estabilizado em 4,3%, com perdas no setor público compensadas pela resiliência em saúde e logística, a inflação segue sob pressão. O CPI de abril acelerou 0,6% (3,8% no acumulado de 12 meses), depois de ter aumentado 0,9% em março. O índice foi impulsionado pela alta nos preços de energia decorrente dos conflitos no Oriente Médio, além de pressões persistentes em moradia (0,6%) e alimentação (0,5%).
As Bolsas dos EUA encerraram o mês com retornos positivos, principalmente devido à alta demanda por ações de empresas de tecnologia e IA, dado que outros setores ainda sofrem com a crise do petróleo. Os índices, em dólar, tiveram o seguinte desempenho: S&P 500: 5,15%; Dow Jones: 2,78% e Nasdaq 100: 10,49%.
A inflação da Zona do Euro (HICP) subiu de 2,6% (anualizada) em março, para 3,0% em abril. As maiores pressões inflacionárias do mês vieram do setor de serviços (1,38%), energia (0,99%), alimentos, álcool e tabaco (0,46%).
O IPCA de maio registrou variação de 0,58%, superando a projeção de 0,53% do mercado. Com esse resultado, o índice acumulou alta de 3,20% no ano e 4,72% anualizado. A maior pressão veio do grupo Alimentação e Bebidas (1,33%) sob o impacto de fatores climáticos, encarecimento de fertilizantes e custos de frete pressionados pelos combustíveis. A segunda maior contribuição veio de Habitação (1,22%), impulsionada pela energia elétrica residencial (3,67%), que representou o maior impacto individual do mês. Este aumento refletiu a combinação de reajustes em diversas capitais e a vigência da bandeira tarifária amarela. Em contrapartida a essas pressões, o grupo Transportes registrou deflação de -0,46%, favorecido pelo recuo de -1,95% nos combustíveis. A queda refletiu o alívio geopolítico no Estreito de Ormuz durante o mês de maio, cuja desaceleração dos conflitos reduziu o preço do petróleo.
A Selic em 14,5% ao ano reflete o endurecimento das condições macroeconômicas. O Relatório Focus aponta para uma trajetória de elevação no IPCA, pressionada pela alta dos combustíveis e gastos públicos. Diante disso, as projeções para o ciclo da Selic foram revisadas: a expectativa agora é de uma redução menos intensa e de menor duração, contrastando com o otimismo observado na abertura de 2026.
Em relação aos principais índices de mercado no mês de maio, destacam-se o CDI, com 1,07%, IFIX com -1,33%, o IBOVESPA, com -7,22%, o SMLL, com -3,66%, o MSCI WORLD (BRL), com 4,33%, o IMA-B, com 0,31% e o Dólar (PTAX), com 1,37%.





Básico
Suplementar
Solvayprev
FLEX 0
FLEX 15
FLEX 30
FLEX 0
FLEX 15
FLEX 30
FLEX 0
FLEX 15
FLEX 30
1,08%
0,06%
-0,91%
1,08%
0,06%
-0,91%
1,08%
0,06%
-0,90%
5,67%
5,17%
4,64%
5,69%
5,18%
4,51%
5,63%
5,19%
4,50%
13,63%
13,16%
12,88%
13,66%
13,20%
12,76%
13,53%
13,21%
12,69%
25,40%
25,28%
25,51%
25,42%
25,35%
25,41%
25,03%
25,28%
25,03%
CDI
IBOVESPA
IMA-B
IMA-B 5+
INPC
IPCA
1,07%
-7,22%
0,31%
-0,20%
0,65%
0,58%
5,66%
7,86%
5,18%
4,34%
3,36%
3,20%
14,76%
26,83%
10,82%
9,60%
4,42%
4,72%
28,28%
42,33%
16,28%
12,08%
9,85%
10,30%
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LYON CIC DE MULT CRED PRIV
KINEA IPCA ABSOLUTO FIC FI RF
VINCI VALOREM FIF - MULT
ITAÚ INSTIT. RF REF. DI FIF
ITAÚ CUSTÓDIA SOBERANO RF SIMPLES FI FINANC. DA CIC
PRHOSPER FI FINANC. RF CRED PRIV
SBC SÊNIOR DA CLS' ÚNICA DO GALAPAGOS FIDC
SPX NIMITZ ESTRUT FIF DA EM COTAS MULT
CAPSTONE MACRO CPCW FIC FI MULT
SBC TENAX AÇÕES ALOCADORES FIA
VINCI SELECTION EQUITIES FIF - EM AÇÕES
OCEANA SELECTION FICDE AÇÕES
ORGANON INSTIT. FIC FIA
VOKIN GBV ACONCÁGUA 30 CIC DE EM AÇÕES
ISHARES IBOV CLS' DE ÍNDICE
VINCI INTER FIC FI MULT
VINCI CRÉDITO MULTIEST. FI FINANC. MULT
GALAPAGOS CRED ESTRUT PRAZO DETERMINADO FI IMOB.
GALAPAGOS FEEDER LOG. FI IMOB.
SBC SÊNIOR DA ÚNICA CLS' DE COTAS DO GALAPAGOS SP SURF FII
PERMUTA RESIDENCIAL FI IMOB.
TÍTULOS PRIVADOS
TÍTULOS PÚBLICOS
1,03%
1,28%
1,12%
1,10%
1,05%
1,14%
1,35%
1,24%
0,23%
-4,62%
-6,93%
-5,90%
-4,99%
-5,31%
-7,25%
1,43%
-0,54%
2,11%
7,85%
8,03%
24,34%
1,13%
1,07%
5,49%
6,23%
6,36%
5,63%
5,57%
5,90%
-
0,95%
-0,41%
-1,21%
4,35%
4,12%
4,67%
-2,93%
8,07%
-7,76%
-0,49%
-
-
-
-
5,90%
5,71%
14,15%
12,55%
13,86%
14,70%
14,47%
11,93%
-
11,09%
7,50%
-
17,55%
14,21%
13,47%
6,36%
27,43%
-7,94%
-8,60%
-
-
-
-
15,06%
14,87%
25,93%
23,71%
24,57%
28,40%
27,62%
0,00%
-
29,09%
27,49%
-
30,05%
30,70%
29,21%
16,18%
43,90%
9,17%
-20,57%
-
-
-
-
29,68%
24,25%
10.635.260/0001-97
27.599.290/0001-98
13.396.703/0001-22
00.832.435/0001-00
51.225.664/0001-90
60.825.313/0001-00
63.113.571/0001-52
22.345.384/0001-17
36.436.870/0001-55
45.127.383/0001-00
15.603.945/0001-75
17.157.131/0001-80
49.984.812/0001-08
42.847.942/0001-50
10.406.511/0001-61
19.587.174/0001-20
37.099.037/0001-29
59.669.570/0001-11
58.378.463/0001-71
62.951.756/0001-73
63.492.653/0001-55
19.587.174/0001-20
37.099.037/0001-29
N/A = não atribuído




A partir de Janeiro/25
META DE RETORNO FLEX 0: 105% CDI
META DE RETORNO FLEX 15: 112% CDI
META DE RETORNO FLEX 30: 123% CDI
A partir de Janeiro/26
META DE RETORNO FLEX 0: 101,5% CDI
META DE RETORNO FLEX 15: 110% CDI
META DE RETORNO FLEX 30: 120% CDI

Em maio, apenas o perfil FLEX 0 superou sua meta de rentabilidade.
O mercado continuou demonstrando extrema volatilidade em decorrência da extensão do conflito no Oriente Médio. Por conta dos desdobramentos da guerra e o fechamento do estreito de Ormuz, por onde grande parte da logística global transita, as commodities (principalmente energéticas) se mantiveram em patamares elevados. Porém, apesar do receio inflacionário global, os resultados demonstrados no primeiro trimestre pelas empresas de tecnologia levaram os investidores a migrar parte dos investimentos de países emergentes para as economias desenvolvidas, resultando em uma recuperação histórica dos principais índices americanos. No Brasil, a realização de lucros ganhou força, trazendo volatilidade e resultados negativos para os ativos.
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TÍTULOS PRIVADOS E TÍTULOS
PÚBLICOS COM VOLATILIDADE
MODERADA/BAIXA
DIVERSOS ATIVOS NO
BRASIL E NO MUNDO COM
VOLATILIDADE MODERADA
AÇÕES DE EMPRESAS LISTADAS NA
BOLSA DEVALORES NO BRASIL COM
VOLATILIDADE ELEVADA
DIVERSOS ATIVOS NO EXTERIOR
COM VOLATILIDADE ELEVADA
FUNDOS IMOBILIÁRIOS
OUTROS*
RENDA FIXA
ESTRUTURADOS
RENDA VARIÁVEL
EXTERIOR
IMOBILIÁRIO
LYON CIC DE MULT CRED PRIV
KINEA IPCA ABSOLUTO FIC FI RF
VINCI VALOREM FIF - MULT
ITAÚ INSTIT. RF REF. DI FIF
ITAÚ CUSTÓDIA SOBERANO RF SIMPLES FI FINANC. DA CIC
SBC SÊNIOR DA CLS' ÚNICA DO GALAPAGOS FIDC
PRHOSPER FI FINANC. RF CRED PRIV
CARTEIRA PRÓPRIA RENDA FIXA TÍTULOS PÚBLICOS
CARTEIRA PRÓPRIA RENDA FIXA TÍTULOS PRIVADOS
TOTAL NO SEGMENTO RENDA FIXA
SPX NIMITZ ESTRUT FIF DA EM COTAS MULT
CAPSTONE MACRO CPCW FIC FI MULT
VINCI CREDITO MULTIEST. FI FINANC. MULT
TOTAL NO SEGMENTO ESTRUTURADO
VINCI SELECTION EQUITIES FIF - EM AÇÕES
OCEANA SELECTION FICDE AÇÕES
ORGANON INSTIT. FIC FIA
VOKIN GBV ACONCÁGUA 30 CIC DE EM AÇÕES
ISHARES IBOV CLS' DE ÍNDICE
SBC TENAX AÇÕES ALOCADORES FIA
TOTAL NO SEGMENTO RENDA VARIÁVEL
VINCI INTER FIC FI MULT
CARTEIRA PRÓPRIA EXTERIOR
TOTAL NO SEGMENTO EXTERIOR
GALAPAGOS CRED ESTRUT PRAZO DETERMINADO FI IMOB.
GALAPAGOS FEEDER LOG. FI IMOB.
SBC SÊNIOR DA ÚNICA CLS' DE COTAS DO GALAPAGOS SP SURF FII
PERMUTA RESIDENCIAL FI IMOB.
CARTEIRA PRÓPRIA IMOBILIÁRIO
TOTAL NO SEGMENTO IMOBILIÁRIO
OUTROS*
9,33%
6,04%
3,80%
14,24%
2,91%
0,45%
18,09%
35,45%
8,05%
98,36%
0,00%
0,00%
0,42%
0,42%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,55%
0,28%
0,18%
0,14%
0,09%
1,23%
-0,01%
27,58%
7,74%
6,27%
5,93%
2,47%
0,33%
18,34%
7,54%
6,09%
82,28%
1,15%
1,12%
1,77%
4,03%
4,13%
1,19%
0,92%
0,85%
3,43%
1,17%
11,68%
0,36%
0,08%
0,44%
0,70%
0,35%
0,00%
0,17%
0,35%
1,57%
-0,01%
17,23%
5,93%
4,69%
2,33%
4,81%
0,23%
18,75%
6,46%
5,32%
65,74%
2,75%
2,68%
1,90%
7,33%
8,39%
2,51%
1,95%
1,76%
6,84%
2,47%
23,91%
0,63%
0,09%
0,72%
1,05%
0,53%
0,52%
0,26%
0,00%
2,36%
-0,07%
*CAIXA / VALORES A PAGAR / VALORES A RECEBER / OUTROS







A partir de Janeiro/24
META DE RETORNO FLEX 0: 105% CDI
META DE RETORNO FLEX 15: 120% CDI
META DE RETORNO FLEX 30: 135% CDI
A partir de Janeiro/25
META DE RETORNO FLEX 0: 105% CDI
META DE RETORNO FLEX 15: 112% CDI
META DE RETORNO FLEX 30: 123% CDI