
Nos Estados Unidos, o FOMC decidiu por manter novamente a taxa de juros no patamar atual (3,5%~3,75%). A decisão marca a última reunião de Powell como presidente do FED, e foi motivada por uma tímida criação de novos empregos, sinais de estabilização na taxa de desemprego, inflação ainda elevada e contexto geopolítico. A taxa de desemprego caiu de 4,4% em fevereiro para 4,3% no mês de março, com baixa na esfera pública-federal. Houve ganhos nos setores de saúde, construção e logística. O CPI de março foi de 0,9% (3,3% anualizado), e o destaque foi uma inflação acentuada em energia (10,9%), decorrente principalmente de um aumento drástico na gasolina (21,2%). O aumento no preço dos combustíveis é uma consequência direta do conflito no Oriente Médio.
As Bolsas dos EUA encerraram o mês com retornos positivos, apesar da volatilidade no preço do barril do petróleo, puxadas principalmente pela indústria de tecnologia e resultados positivos em empresas de outros setores. Os índices, em dólar, tiveram o seguinte desempenho: S&P 500: 10,42%; Dow Jones: 7,14% e Nasdaq 100: 15,66%.
A inflação da Zona do Euro (HICP) subiu de 1,9% (anualizada) em fevereiro para 2,6% em março. As maiores pressões inflacionárias vieram do setor de serviços (1,49%), energia (0,48%), alimentos, álcool e tabaco (0,45%). O BCE decidiu em manter as taxas de juros inalteradas por receio do encarecimento de bens energéticos.
O IPCA de abril no Brasil registrou variação de 0,67%, acumulou uma alta de 2,60% no ano e 4,39% anualizado. A maior variação veio do grupo Alimentação e bebidas (1,34%), impactado principalmente pela cenoura (26,63%), leite longa vida (13,66%) e cebola (11,76%). O aumento no preço dos alimentos foi justificado por efeitos climáticos e elevação do custo do frete pela alta dos combustíveis. A segunda maior alta veio de Saúde e cuidados pessoais (1,16%), decorrente da alta dos produtos farmacêuticos (1,77%), após a aprovação de reajustes no preço de medicamentos. Já no grupo Transportes (0,06%), apesar da queda da gasolina de 4,59%, em março, para 1,86%, em abril, o item foi o principal impacto individual no índice do mês e houve uma alta de 1,80% nos combustíveis.
O COPOM decidiu, por unanimidade, cortar a taxa Selic em 0,25%, ao patamar de 14,5% ao ano. As justificativas para um novo corte, no mesmo patamar do anterior, foram a suavização da atividade econômica, fomento do pleno emprego e ausência de um prejuízo à estabilidade dos preços. A autarquia reforça sua atenção ao cenário geopolítico no Oriente Médio.
Em relação aos principais índices de mercado no mês de abril, destacam-se o CDI, com 1,09%, IFIX com 1,53%, o IBOVESPA, com -0,08%, o SMLL, com -3,16%, o MSCI WORLD (BRL), com 4,61%, o IMA-B, com 1,81% e o Dólar (PTAX), com -4,42%.





Básico
Suplementar
Solvayprev
FLEX 0
FLEX 15
FLEX 30
FLEX 0
FLEX 15
FLEX 30
FLEX 0
FLEX 15
FLEX 30
1,15%
1,00%
0,76%
1,15%
1,00%
0,76%
1,14%
1,01%
0,76%
4,54%
5,12%
5,60%
4,56%
5,12%
5,47%
4,50%
5,13%
5,45%
13,62%
14,47%
15,43%
13,64%
14,52%
15,31%
13,58%
14,54%
15,20%
25,19%
25,65%
26,34%
25,22%
25,72%
26,24%
24,78%
25,63%
25,73%
CDI
IBOVESPA
IMA-B
IMA-B 5+
INPC
IPCA
1,09%
-0,08%
1,81%
2,20%
0,81%
0,67%
4,54%
16,26%
4,85%
4,55%
2,70%
2,60%
14,83%
38,69%
12,35%
12,51%
4,11%
4,39%
27,97%
48,75%
17,46%
14,09%
9,65%
10,16%
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LYON CIC DE MULT CRED PRIV
KINEA IPCA ABSOLUTO FIC FI RF
VINCI VALOREM FIF - MULT
ITAÚ INSTIT. RF REF. DI FIF
ITAÚ CUSTÓDIA SOBERANO RF SIMPLES FI FINANC. DA CIC
PRHOSPER FI FINANC. RF CRED PRIV
SPX NIMITZ ESTRUT FIF DA EM COTAS MULT
CAPSTONE MACRO CPCW FIC FI MULT
GENOA CAPITAL RADAR VNC CIC DE MULT
SBC TENAX AÇÕES ALOCADORES FIA
VINCI SELECTION EQUITIES FIF - EM AÇÕES
OCEANA SELECTION FICDE AÇÕES
ORGANON INSTIT. FIC FIA
VOKIN GBV ACONCÁGUA 30 CIC DE EM AÇÕES
ISHARES IBOV CLS' DE ÍNDICE
VINCI INTER FIC FI MULT
VINCI CREDITO MULTIEST. FI FINANC. MULT
TÍTULOS PRIVADOS
TÍTULOS PÚBLICOS
1,13%
1,17%
1,37%
1,09%
1,06%
1,40%
1,56%
1,68%
1,51%
-3,02%
-0,27%
0,25%
2,74%
-2,78%
-0,10%
-3,08%
0,33%
1,13%
1,09%
4,42%
4,88%
5,18%
4,49%
4,47%
4,71%
-0,29%
-0,64%
4,10%
3,57%
12,12%
10,65%
10,17%
2,51%
16,51%
-9,06%
0,06%
4,72%
4,58%
14,18%
11,80%
14,18%
14,76%
14,54%
N/A
9,71%
7,32%
13,78%
33,77%
29,72%
26,58%
25,56%
19,97%
39,85%
-6,41%
-8,19%
15,08%
14,88%
25,81%
23,06%
24,86%
28,10%
27,31%
N/A
27,07%
28,70%
29,27%
30,21%
36,06%
33,16%
32,39%
11,90%
50,42%
9,52%
-19,98%
29,36%
24,25%
10.635.260/0001-97
27.599.290/0001-98
13.396.703/0001-22
00.832.435/0001-00
51.225.664/0001-90
60.825.313/0001-00
22.345.384/0001-17
36.436.870/0001-55
39.317.006/0001-22
45.127.383/0001-00
15.603.945/0001-75
17.157.131/0001-80
49.984.812/0001-08
42.847.942/0001-50
10.406.511/0001-61
19.587.174/0001-20
37.099.037/0001-29
19.587.174/0001-20
37.099.037/0001-29
N/A = não atribuído




A partir de Janeiro/25
META DE RETORNO FLEX 0: 105% CDI
META DE RETORNO FLEX 15: 112% CDI
META DE RETORNO FLEX 30: 123% CDI
A partir de Janeiro/26
META DE RETORNO FLEX 0: 101,5% CDI
META DE RETORNO FLEX 15: 110% CDI
META DE RETORNO FLEX 30: 120% CDI

Em abril, os perfis FLEX 15 e FLEX 30, superaram suas respectivas metas de rentabilidade.
O mercado continuou demonstrando extrema volatilidade em decorrência da extensão do conflito no oriente médio. Por conta dos desdobramentos da guerra e o fechamento do estreito de Ormuz, por onde grande parte da logística global transita, as commodities (principalmente energéticas) se mantiveram em patamares elevados. O receio inflacionário global, que a partir dos primeiros dados de inflação passou a ser uma realidade, fez com que o mercado em geral adotasse uma postura mais conservadora, penalizando os ativos de risco e as curvas longas de juros, tanto no âmbito local, como internacional.
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TÍTULOS PRIVADOS E TÍTULOS
PÚBLICOS COM VOLATILIDADE
MODERADA/BAIXA
DIVERSOS ATIVOS NO
BRASIL E NO MUNDO COM
VOLATILIDADE MODERADA
AÇÕES DE EMPRESAS LISTADAS NA
BOLSA DEVALORES NO BRASIL COM
VOLATILIDADE ELEVADA
DIVERSOS ATIVOS NO EXTERIOR
COM VOLATILIDADE ELEVADA
RENDA FIXA
ESTRUTURADOS
RENDA VARIÁVEL
EXTERIOR
LYON CIC DE MULT CRED PRIV
KINEA IPCA ABSOLUTO FIC FI RF
VINCI VALOREM FIF - MULT
ITAÚ INSTIT. RF REF. DI FIF
ITAÚ CUSTÓDIA SOBERANO RF SIMPLES FI FINANC. DA CIC
PRHOSPER FI FINANC. RF CRED PRIV
CARTEIRA PRÓPRIA RENDA FIXA TÍTULOS PÚBLICOS
CARTEIRA PRÓPRIA RENDA FIXA TÍTULOS PRIVADOS
TOTAL NO SEGMENTO RENDA FIXA
SPX NIMITZ ESTRUT FIF DA EM COTAS MULT
CAPSTONE MACRO CPCW FIC FI MULT
GENOA CAPITAL RADAR VNC CIC DE MULT
VINCI CREDITO MULTIEST. FI FINANC. MULT
TOTAL NO SEGMENTO ESTRUTURADO
VINCI SELECTION EQUITIES FIF - EM AÇÕES
OCEANA SELECTION FICDE AÇÕES
ORGANON INSTIT. FIC FIA
VOKIN GBV ACONCÁGUA 30 CIC DE EM AÇÕES
ISHARES IBOV CLS' DE ÍNDICE
SBC TENAX AÇÕES ALOCADORES FIA
TOTAL NO SEGMENTO RENDA VARIÁVEL
VINCI INTER FIC FI MULT
TOTAL NO SEGMENTO EXTERIOR
9,30%
6,01%
6,08%
14,19%
1,45%
15,27%
35,34%
11,94%
99,59%
0,00%
0,00%
0,00%
0,43%
0,43%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
0,00%
27,27%
7,63%
7,73%
5,86%
1,63%
15,35%
7,46%
8,90%
81,84%
1,13%
1,11%
1,18%
1,78%
5,20%
4,43%
1,26%
0,97%
0,90%
3,69%
1,23%
12,47%
0,36%
0,36%
16,88%
5,79%
5,87%
4,20%
2,01%
15,56%
6,33%
7,35%
64,01%
2,69%
2,65%
2,79%
1,90%
10,02%
8,92%
2,64%
2,03%
1,84%
7,30%
2,57%
25,30%
0,62%
0,62%







A partir de Janeiro/24
META DE RETORNO FLEX 0: 105% CDI
META DE RETORNO FLEX 15: 120% CDI
META DE RETORNO FLEX 30: 135% CDI
A partir de Janeiro/25
META DE RETORNO FLEX 0: 105% CDI
META DE RETORNO FLEX 15: 112% CDI
META DE RETORNO FLEX 30: 123% CDI