

Pedro Goya Neto tinha acabado de se formar em Engenharia Química pela Unicamp quando percebeu que a vida adulta cobrava dele algo que nenhuma aula ensinava: cuidar do próprio futuro. Seu pai, sempre presente, repetia uma orientação simples: planeje, guarde uma parte do salário, pense lá na frente. Na época, parecia coisa de gente velha. Hoje, Pedro entende que foi o melhor conselho que já recebeu.
Mas a vida, como toda boa história, teve um capítulo difícil antes do final feliz.
Em fevereiro de 2021, Pedro ficou desempregado. Oito meses de currículos enviados, entrevistas, silêncios e aquele pensamento que insiste em aparecer nos momentos de aperto: será que eu deveria mudar de área? Pedro não mudou. Aprendeu, no lugar disso, a manter a calma e não desistir. Uma lição que, mais tarde, ele levaria também para as finanças.
Quando a recolocação aconteceu, veio com um cargo novo: Engenheiro de Processos na área de projetos da GEC. E foi ali, já estabilizado, que Pedro decidiu colocar em prática o que o pai sempre ensinou.
Foi também o pai quem o incentivou a fazer aportes extras ao Plano SolvayPrev. De cara, duas coisas chamaram a atenção de Pedro: a redução do Imposto de Renda e a possibilidade de manter uma meta sem se distrair com gastos desnecessários. Mas, a motivação mais profunda era outra. "O que mais me motivou a fazer aportes é complementar o benefício de aposentadoria do INSS, que considero muito pouco", conta. Não foi impulso. Foi decisão planejada.
E aqui está uma parte muito interessante da história: Pedro não dependeu de ganhos extraordinários e nem de sobras no fim do mês. Precisou de planejamento e constância.
A base do planejamento dele é a contribuição mensal regular ao plano. Afinal, é ela que garante a contrapartida da patrocinadora, e Pedro faz questão de aproveitá-la ao máximo. Os aportes extras vêm por cima dessa base. E Pedro foi além: tornou os extras também mensais. Todo mês, cerca de 3% do salário líquido dele vai para o aporte extras, com a intenção de ir aumentando com o tempo. Quando Pedro ou sua esposa Renata recebem um bônus, uma parte vira aporte extra. E todo mês, sem falta, ele abre o site da PRhosper e acompanha os resultados.
Para o Pedro, esse hábito não é sobre números. É sobre uma sensação. "Planejamento financeiro significa tranquilidade emocional", diz. E essa tranquilidade tem rosto: viajar com a família, continuar estudando, melhorar a minha fluência em inglês, e um dia, no pós-carreira, fazer trabalho voluntário e devolver à sociedade um pouco do que recebeu.
O conselho que o Pedro deixa é quase poético na simplicidade:
"Imagine os aportes extras como uma conta fixa mensal. Pagamos conta de luz, internet, água e, por que não, a da aposentadoria?"
Porque no fim das contas, é isso: a gente paga todo mês por coisas que usamos hoje. A previdência é a única conta que a gente paga para o nosso eu do futuro — e o futuro agradece.
"Pare de pensar e comece hoje", ele diz. "Fazer aportes ao SolvayPrev é dar um “presente” para o seu futuro."